Este Blog é dedicado a todos que compartilham de uma forma ou de outra assuntos relacionados a Geografia, seja ela local ou em escala planetária. Lembrando que tudo que está ao nosso redor faz parte do espaço geográfico, espaço este do qual faz-se o foco da Geografia. Sintam-se a vontade e deleitem-se com as informações, afinal são preparadas para vocês. Sejam Bem Vindos.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
sábado, 24 de outubro de 2015
VEJA AGORA NO G1 DEBATE ONLINE SOBRE AS QUESTÕES DO ENEM 2015.
AO VIVO: professores tiram dúvidas de alunos sobre questões do 1º dia do Enem
Programa especial do G1 mostra os destaques do exame; ACOMPANHE.
ACOMPANHE NO LINK: http://g1.globo.com/educacao/enem/2015/cobertura-ao-vivo.html
Fonte: G1/Globo.com
Alunos de Sabará, na Grande BH, têm local de prova alterado no Enem
Mudança afeta 324 estudantes, segundo ministro.
Escola foi trocada devido a incêndio que prejudicou rede elétrica.
Do G1 MG
Estudantes que vão fazer o Enem neste fim de semana em Sabará, na Região Metropolitana, devem ficar atentos com uma mudança em um local de prova. Nesta quarta-feira (12), O Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou a mudança que afeta 324 candidatos na cidade da Grande BH.
Quem faria o exame na Escola Estadual Professora Angélica Maria de Almeida foi transferido para a Escola Municipal Professora Maria Aparecida Batista. O motivo da mudança, segundo o Inep, foi um incêndio que comprometeu a estrutura elétrica da primeira escola.
De acordo com Mercadante, os estudantes estão sendo avisados por e-mail, por mensagem de celular (SMS) e por telefone.
Além do contato para informação da transferência de local de prova, faixas informando a mudança serão colocadas nestes espaços. No sábado, haverá veículos à disposição para transportar os participantes que aparecerem nessas escolas para os novos locais de exame.
O endereço da Escola Municipal Professora Maria Aparecida Batista, onde a prova será aplicada, é Rua Mariana, 61, Vila Nossa Senhora da Conceição.
As provas serão aplicadas neste sábado (24) e domingo (25) para mais de 7 milhões de candidatos em todo o país. Em Minas Gerais, São Lourenço, no Sul do estado, também teve local de prova alterado.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
'Nosso reservatório de água morreu', diz diretor do SAAE de Francisco Sá
Barragem do Rio São Domingos está completamente seca, segundo SAAE.
Há 60 dias, toda a cidade é abastecida com água de poço artesiano.
Desde o mês de janeiro, moradores sofrem com falta d'água extrema. (Foto: Alexandre Fonseca/ G1)
"Nosso reservatório de água não está no volume morto, ele já morreu". A declaraçao é do diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Francisco Sá (MG), Ronaldo Ramon Fernandes de Brito, que está preocupado com a gravidade da crise hídrica que a cidade está passando.
O município de Francisco Sá, que tem 26 mil habitantes, era abastecido com a água do Rio São Domingos. Mas, por conta da falta de chuvas e de um processo de degradação da bacia do rio, o reservatório secou completamente há cerca de 60 dias.
A cidade vive, hoje, situação de racionamento. Por enquanto, os bairros são abastecidos a cada dois dias. "Está difícil. A qualidadade da água é ruim. Como eu já tive problemas renais, não posso tomar água assim. Tenho que comprar água mineral", explica a cantineira Maria do Socorro Soares Matos.Para não deixar os moradores sem água, o SAAE precisou recorrer a um poço artesiano. Dois meses atrás, quando foi aberto, a vazão registrada foi de 109 mil litros por hora. Atualmente, são 40 mil litros/hora, uma redução de 63%. "O lençol freático não aguenta mais. Não temos outra alternativa se não chover", lamenta o diretor.
A situação é mais grave na zona rural de Francisco Sá. Os produtores perderam plantações e precisaram vender muitas cabeças de gado. A água para beber é distribuida por caminhões pipa, com intervalos de 15 a 20 dias.
'Chuvas significativas no Norte de MG só em janeiro de 2016', diz especialista.
Estiagem histórica é relacionada aos efeitos do fenômeno natural El Niño.Esta é a pior seca dos últimos 80 anos; volume foi 80% menor que a média.

Em Montes Claros houve precipitação de apenas 297 mm de janeiro a setembro. (Foto: Thiago França/G1)
Quando vai chover? Essa é uma das perguntas mais comuns entre os moradores de cidades do Norte de Minas Gerais. A região passa a pior seca dos últimos 80 anos. Em Montes Claros, por exemplo, houve precipitação de 297 milímetros de janeiro a setembro, enquanto a média para o período é de 800 mm, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
Para responder à dúvida, o G1 consultou o meteorologista Ruibran dos Reis, que há 36 anos realiza estudos sobre o Clima. O especialista não tem boas notícias: "Chuvas significativas no Norte de Minas só na segunda quinzena de janeiro de 2016", informa.
"No Brasil, as chuvas ficam mais fortes no Sul, mas em outras regiões como o Norte de Minas e o Vale do Jequitinhonha, a seca fica ainda mais severa", explica Reis.Segundo o meteorologista, a seca histórica na região está relacionada aos efeitos do El Niño, fenômeno natural que provoca o aquecimento da água do oceano no Peru e no Equador, intensificando as características climáticas predominantes em cada ponto do globo.
Isoladas até dezembro
Enquanto as "chuvas significativas" não vem, a população deverá contentar-se com chuvas isoladas. É essa a previsão dos meteorologistas. Deve haver pancadas de chuva na última semana de outubro, mas em quantidade 80% menor que a média.
Para o ano que vem, a previsão é que os níveis pluviométricos voltem ao normal com o enfraquecimento do El Niño, a partir do mês de março.
Brasil se prepara para um verão de extremos.
O aquecimento global e um fenômeno El Niño dos mais poderosos se juntam para criar uma estação com temperaturas infernais.
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| Rio de Janeiro tem registrado recordes de temperaturas verão após verão (Foto: Fernanda Carvalho / Fotos Públicas) |
O próximo verão promete ser um dos mais insuportáveis de todos os tempos no Brasil, com as temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos nos locais tradicionalmente mais quentes, como Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins. Segundo meteorologistas, os termômetros podem registrar calor até 4ºC acima da média.
E, diante de uma primavera que já teve dias de calor intenso em algumas regiões, muita gente já se prepara para o pior.
De acordo com especialistas, o mundo já está 0,8ºC mais quente por conta do aquecimento global provocado pela ação humana. E tudo indica que 2015 deverá ser o ano mais quente já registrado.É que, pela primeira vez, se registra uma combinação inédita: a elevação da temperatura média do planeta por conta do aquecimento global e um fenômeno El Niño muito intenso.
Para piorar, a previsão para este ano é de que tenhamos um super El Niño, ou mesmo um El Niño monstro, como já vem sendo chamado; dos mais intensos já registrados.
O fenômeno está relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul e, em geral, à elevação das temperaturas globais. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o EL Niño deste ano pode ser tornar um dos quatro mais quentes dos últimos 65 anos.
"Podemos esperar um verão mais quente, com temperaturas até quatro graus Celsius acima da média", diz o meteorologista José Antonio Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
"Isso ocorre por uma combinação de fatores: o aumento da temperatura por conta do aquecimento, as ilhas de calor das cidades e um El Niño intenso que estará em sua atividade máxima justamente em novembro, dezembro e janeiro."
A estiagem registrada nos últimos dois anos - com graves consequências para os níveis dos reservatórios de água - pode agravar ainda mais o problema, se voltar a se repetir. Setembro foi de chuvas na região, mas, novamente, não há ainda como prever como será o próximo mês.
O Rio de Janeiro está entre as cidades com o verão mais quente do país, ao lado de Teresina, no Piauí, e Palmas, no Tocantins. E mesmo São Paulo, tradicionalmente mais frio, terá temperaturas mais altas.
"Na Europa, na onda de calor de 2003, mais de 30 mil mortes foram atribuídas ao calor", lembra Nobre. "E as temperaturas foram de três graus acima da média. Claro, eles lá não tinham muitos locais com ar-condicionado, nem estão adaptados ao calor, mas, ainda assim."
No Sul e no Sudeste, as cidades têm planos apenas para enchentes. No Nordeste, para a seca.
Mas, até agora, por incrível que pareça, nenhuma cidade brasileira tinha um plano emergencial para lidar com o calor. Pela primeira vez, o Centro de Operações da Prefeitura do Rio - que reúne diferentes secretarias e órgãos municipais com o objetivo de responder à emergências de forma integrada – elabora um plano para ondas de calor intenso, como as que atingiram recentemente a Índia e o Paquistão, deixando milhares de mortos.
"A falta de previsão é motivo para estarmos ainda mais preparados. Não podemos correr riscos, não podemos esperar duzentas pessoas morrerem para começarmos a agir", afirma o diretor do Instituto Pereira Passos, Sérgio Besserman, que integra a força-tarefa da Prefeitura.
Estiagem é fator complicador em meio às altas temperaturas (Foto: Rafael Neddemeyer/Fotos Públicas)
Leitos extras em hospitais, atendimento de emergência e campanhas públicas educativas incentivando a hidratação são algumas das medidas que fazem parte do plano de ação. As pessoas mais vulneráveis ao calor são os idosos e os bebês, cujos organismos têm menos capacidade de adaptação e defesa.
Segundo os especialistas, o maior problema do calor para a saúde não é o pico de temperatura mais elevada, mesmo que acima dos 40ºC. O grande risco é quando, ao longo de pelo menos três dias consecutivos, a temperatura máxima passa dos 36ºC e a mínima não cai abaixo dos 21ºC. Quando isso ocorre, o corpo não consegue se resfriar e tende ao superaquecimento, o que pode levar a paradas cardíacas e derrames.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
O estado de São Paulo vive sua maior crise hídrica dos últimos 84 anos
Ainda
que a falta de chuva tenha contribuído, poluição, vazamentos, falta de
planejamento e a cultura de abundância são causas determinantes para esse
problema.
Dos 43,6 milhões de
habitantes do estado de São Paulo, 9,8 milhões, ou mais de 22%, recebem água do
reservatório do Sistema Cantareira. Em maio, sua capacidade chegou a apenas um
dígito pela primeira vez na história: 9,2%, segundo a Companhia de Saneamento
Básico (Sabesp). Um ano antes, esse índice era de 60%.
O Brasil é o quarto
maior consumidor de água no mundo, atrás da China, Índia e Estados Unidos.
Pode-se dizer que o País tem posição de vantagem – concentra 12% da água doce
do globo, mas apenas 3% da população mundial. Porém, boa parte dessa água está
em regiões remotas, e áreas urbanizadas são consideradas propensas a enfrentar
escassez e exigem mais planejamento e ação, de acordo com a Agência Nacional de
Águas (ANA). Ainda que haja bacias em volta da capital, a água tem péssima
qualidade devido ao esgoto não tratado e lançado diretamente em rios próximos.
Esses rios também correm para o interior, espalhando poluentes. A saída é
buscar o bem em regiões ainda mais distantes.
O Governo do Estado tem
realizado algumas medidas para conter essa falta de água, beneficiando os
moradores com descontos para quem fizer economia no mês.

Fonte: http://www.neomondo.org.br/
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
terça-feira, 13 de outubro de 2015
MINAS GERAIS: Incêndio atinge área na Serra do Curral, em Belo Horizonte.
Um incêndio atingiu uma extensa área verde da Serra do Curral, em Belo Horizonte, na noite desta terça-feira (13). As chamas podiam ser vistas ao longo da Avenida Bandeirantes.
Segundo testemunhas, o fogo começou por volta das 19h e estava concentrado no bairro Mangabeiras, na Região Centro-Sul da capital. Moradores reclamaram que acionaram o Corpo de Bombeiros e a corporação alegou não ter equipe para mandar ao local. O fogo estava perto de casas, no bairro nobre de BH. Os imóveis ficaram cheiois de fuligem, conforme os moradores. Alguns
O Corpo de Bombeiros informou ao G1, às 19h30, que o carro para combate disponível na região estava empenhado em uma outra ocorrência de incêndio em vegetação, no bairro Santa Efigênia, também na Região Centro-Sul. Depois disso, o militares chegaram ao local para combater o incêndio. Às 21h, uma equipe estava no local e outra estava a caminho.
NATUREZA: O mistério da geleira que cresceu enquanto todas as outras encolhiam.
Expansão do glaciar de Belvedere, no norte da Itália, modificou paisagem, ameaçou vilarejo e, mesmo após ter cessado, ainda intriga pesquisadores.
Em tempos de aquecimento global, a geleira de Belvedere, que lambe as portas do vilarejo de Macugnaga, no norte da Itália, é um caso raro: durante quatro anos, ela se expandiu, enquanto seus vizinhos encolheram.
Embora tenha ocorrido há mais de dez anos, entre 2001 e 2004, o fenômeno modificou a paisagem da região e ainda intriga pesquisadores.
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| Fonte: Guilherme Aquino - Milão para a BBC. |
"De alguma maneira a água entrou na geleira através de fendas e, por causa de uma espécie de efeito lubrificante, se espalhou, levando à expansão", afirma o glaciologista Gianni Mortara, do Conselho Nacional de Pesquisa italiano.
Um dos mistérios é que, mesmo após parar de crescer, a geleira segue um ritmo de descongelamento bem mais lento que o registrado na região – nos Alpes suíços, por exemplo, o intenso degelo tem revelado restos mortais de alpinistas desaparecidos há décadas.
A Belvedere é uma das formações analisadas pelo programa europeu Glaciorisk, que avalia os riscos das principais geleiras dos Alpes. Cientistas instalaram estações meteorológicas, câmeras e aparelhos para capturar e estudar seus movimentos.
A geleira está localizada aos pés do Monte Rosa, a montanha mais alta da Itália e a segunda dos Alpes, com 4.634 metros de altura.
Seu súbito crescimento, iniciado em 2001, assustou a pequena Macugnaga. O gelo avançava a uma média de cem metros por ano rumo ao vilarejo, contra os 40 metros históricos, superando as encostas laterais.
No topo do glaciar, a aceleração era ainda maior – chegava a 200 metros anuais –, por causa da inclinação.
VEJA A REPORTAGEM NA INTEGRA AQUI.
Fonte: G1/Natureza ou: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/10/o-misterio-da-geleira-que-cresceu-enquanto-todas-as-outras-encolhiam.html
NATUREZA: Mudança climática levará seca ao leste da Amazônia e chuva ao oeste.
Simulações projetam desequilíbrio na distribuição de umidade após 2040.
Influências do Atlântico e do Pacífico sobre a região vão mudar, indica estudo.
O aquecimento global vai ampliar a ocorrência de eventos climáticos extremos na Amazônia, causando mais secas no leste e mais inundações no oeste. Essa é a conclusão de um estudo que avaliou as projeções de 35 simulações de computador para o clima da região.
O trabalho, liderado por Philip Duffy, do Centro de Pesquisas de Woods Hole, em Massachusetts (EUA) e com participação do brasileiro Paulo Brando, do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), mapeia os mais prováveis impactos da mudança climática para a região diante de um cenário relativamente pessimista, no qual a emissão de CO2 continua crescendo desenfreadamente.
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| Fonte: Rafael Garcia, G1 - São Paulo. |
“Os modelos sugerem que as áreas afetadas por secas meteorológicas moderadas e severas vão quase dobrar e triplicar, respectivamente, até 2100”, escrevem os pesquisadores no artigo. “Extremos de umidade também estão projetados para aumentar depois de 2040.”
Segundo Brando, a motivação para o estudo é que as projeções para o que vai acontecer com o clima médio na Amazônia já estão bem consolidadas, mas são os eventos extremos que mais impactam o ambiente e as pessoas na região.
O resultado da pesquisa está descrito em estudo na edição desta terça-feira (13) da revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos EUA. As secas recentes de 2005 e 2010, dizem os cientistas, são “análogas das condições projetadas para o futuro”.
“O que estamos vendo nas projeções é mais seca, mais chuva e estações secas mais longa”, afirma Brando. “Falar em secas e períodos de extremo chuvoso é diferente de falar em mudança média no clima, à qual gente consegue se adaptar muito melhor. São os extremos que causam os grandes impactos.”
Desequilíbrio oceânico
Ainda não está muito claro por que os modelos produziram comportamentos contrastantes para diferentes áreas da Amazônia, mas cientistas acreditam que isso seja resultado de diferenças entre os aquecimentos que Atlântico e o Pacífico sofrerão.
“Temperaturas de superfície do mar abaixo da média no Pacífico tendem a desencadear períodos de umidade extrema na Amazônia Ocidental”, escrevem os pesquisadores, sobre as projeções de chuvas torrenciais naquela região.
As secas, afirmam, provavelmente estão ligadas a dois diferentes fenômenos. O primeiro é conhecido pela sigla ENSO (Oscilação do Sul do El-Ninõ), que alterna os períodos de superaquecimento e resfriamento das águas do pacífico. O segundo é a AMO (Oscilação Multidecadal Atlântica), uma variação nas médias de temperatura do Atlântico com ciclos de uma ou mais décadas.
"Uma coisa que acontece, por exemplo, é que a diferença de pressão entre Atlântico e a Amazônia diminui, e teria menos umidade indo do Atlântico Norte para a floresta", explica Brando. "Foi mais ou menos esse fenômeno que causou a seca de 2010, e um pouco também a de 2005."
As consequências do aquecimento global previstas pelos modelos não levaram muito em conta ainda possíveis efeitos do desmatamento, diz Brando. O corte de floresta reduz a evapotranspiração, umidade bombeada para o ar por árvores e seres vivos. Uma redução na cobertura de árvores poderia intensificar ainda mais as secas, dizem os cientistas.
Projeto 'Protetores da Água' leva alegria e informação para crianças de Montes Claros-MG.
Projeto Protetores da Água aproveita o feriado de dia das crianças para levar informações sobre a preservação da água, com direito a música e show ao vivo para conscientização da falta de água na cidade.
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| Projeto Protetores da Água - Voluntários. |
"Este banho demorado é coisa de louco,
essa lavagem da calçada prejudica o povo,
fecha bem essa torneira e fica tudo certo,
econime água, evite o deserto."
[...]
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| Crianças ganham presente dos voluntários do projeto. |
Veja a reportagem completa na INTER/TV 1º EDIÇÃO.
Fonte: Inter/TV -MG.
sábado, 10 de outubro de 2015
Dra. em Genética e Bioquímica, Mestrando em Geografia e Ex-aluna, ambos da Faculdade Promove de Janaúba/MG publicam artigo na Revista de Desenvolvimento Social da Unimontes.
AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL APLICADO ÀS
ATIVIDADES AGRÍCOLAS NA LAGOA GRANDE NO
MUNICÍPIO DE JANAÚBA - MG
Evaluation of environmental impact applied to agricultural activity in
Lagoa Grande, in the of municipality of Janaúba-MG
RESUMO

Lagoa Grande é uma lagoa natural, localizada na cidade de Janaúba, Norte de Minas
Gerais, que vêm sendo comprometida pela queda de qualidade da água disponível,
colocando em risco o ecossistema local. A região foi beneficiada com a instalação dos
projetos Gorutuba/Lagoa Grande. Este ambiente destaca pela concentração de
perímetros públicos de irrigação, implantado na comunidade e próximo a mesma. O
objetivo do presente trabalho foi analisar os impactos ambientais que tem degradado a
Lagoa Grande, decorrente das ações antrópicas, dentre eles o que o projeto de irrigação
proporcionou para a lagoa, o estado físico-químico de sua água e a sua importância para
a população local. Por meio de pesquisas in loco foi adotado estudo de caso da
localidade, com fotografias das áreas cultivadas, identificando as captações ilegais da
água na própria lagoa, efetuado à análise físico-química da água, e avaliado os seus
parâmetros. Observa-se que o projeto de irrigação veio somar para o crescimento sócio
econômico da população local e perenizar a lagoa, mas este meio também sofreu graves
alterações, dentre eles a retirada da mata ciliar e o transporte de material para dentro da
Lagoa Grande, que se encontra em processo de eutrofização. Reflexo de intervenções
crescente, sendo de grande valia um planejamento de ações que busquem a recuperação
e meios sustentáveis para a Lagoa Grande.
Palavras-chave: Matas Ciliares, Transporte de Material, Analise físico-químico,
Eutrofização.
ABSTRACT
Lagoa grande is a natural pond, located in Janaúba, north of Minas Gerais, which have
been compromised by falling quality of available water, endangering the ecosystem and
the life of humanity. The region has benefited from the installation of Gorutuba / Lagoa
Revista Desenvolvimento Social No 14/01, 2015. (ISSN 2179-6807) - 30
Grande projects. This environment highlights the concentration of public irrigation
schemes implemented in the community and around the same.
The aim of this study
was to analyze the environmental impacts that have degraded the Great Pond, resulting
from human activities, including what the Lagoa Grande irrigation project provided the
lagoon, the physico-chemical state of its water and its importance to the local
population. Through research, in situ study casoda was taking place, with photographs
of cultivated areas, identifying the illegal abstraction of water in the pond itself, made to
the physical-chemical water analysis and the results obtained compared with the
CONAMA Resolution 357 / 2005. It is observed that the irrigation project was
compounded for the socioeconomic growth of the local population and perpetuate the
pond, but this means also suffered severe alterations, including the removal of riparian
vegetation and material transport into the Lagoa grande, which is in process of
eutrophication, reflecting increasing interventions, being very important for planning
actions that seek recovery and sustainable means to Lagoa grande.
Key-words: Riparian Forest, Transport Material, Physical and Chemical Analysis,
Eutrophication
VEJA O ARTIGO COMPLETO AQUI.
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| Luciana Nogueira Londe Dra. em Genética e Bioquímica Professora da Faculdade Promode de Janaúba/MG luciananogueiralonde@gmail.com |
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| Lucimar Sales Dias Mestrando em Geografia Professor da Faculdade Promove de Janaúba/MG lucimarsd@gmail.com |
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| Alcimere Soares da Silva Formada em Geografia pela Faculdade Promove de Janaúba/MG alcimere@hotmail.com |
Globo Repórter viaja pelo mundo desconhecido do Oceano Índico.
Programa desta sexta (9) faz uma fascinante viagem nas belezas
de um dos maiores e mais desconhecidos oceanos da Terra.
O Globo Repórter fez uma fascinante viagem por um mundo distante e desconhecido: Oceano Índico. Lugar das ilhas mais exóticas do planeta, de animais lindos e extremamente raros. Mostrou histórias impressionantes numa jornada por mares belíssimos, ilhas paradisíacas, e vilarejos remotos.

Imagens retiradas da viagem da equipe do Globo Repórter no Oceano Índico.
Fonte: Globo Repórter/Globo.com
A sensação de nadar junto com os mais temidos tubarões africanos. A luta dos pinguins para não morrer de fome. A magia de Madagascar e os encantadores lêmures. O espetáculo das águas transparentes das ilhas entre outras atrações.
O Globo Repórter fez uma fascinante viagem por um mundo distante e desconhecido: Oceano Índico. Lugar das ilhas mais exóticas do planeta, de animais lindos e extremamente raros. Mostrou histórias impressionantes numa jornada por mares belíssimos, ilhas paradisíacas, e vilarejos remotos.
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| Imagens retiradas da viagem da equipe do Globo Repórter no Oceano Índico. Fonte: Globo Repórter/Globo.com |
A sensação de nadar junto com os mais temidos tubarões africanos. A luta dos pinguins para não morrer de fome. A magia de Madagascar e os encantadores lêmures. O espetáculo das águas transparentes das ilhas entre outras atrações.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Faculdade Promove de Janaúba/MG
A Faculdade Promove de Janaúba é uma Instituição de Ensino Superior que está localizada no município de Janaúba, Norte de Minas Gerais.
A instituição atende principalmente a microrregião da Serra Geral. Criada com objetivo de levar o ensino superior a localidades que tinham pouco acesso ao ensino superior, a faculdade é uma das pioneiras da região ao promover ensino de qualidade e projetos de extensão que procuram valorizar a cultura norte mineira.
A instituição atende principalmente a microrregião da Serra Geral. Criada com objetivo de levar o ensino superior a localidades que tinham pouco acesso ao ensino superior, a faculdade é uma das pioneiras da região ao promover ensino de qualidade e projetos de extensão que procuram valorizar a cultura norte mineira.
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| Vista da Faculdade Promove de Janaúba/MG à noite Fonte: MENDES, G. |
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
RESENHA CRÍTICA
LIVRO: ESPAÇO URBANO
CORRÊA, R. O espaço urbano. São Paulo: Editora Ática, 2005.
A partir da leitura do livro “espaço urbano” o autor Roberto Lobato Corrêa, começa abordar os seguintes assuntos: o que é espaço urbano? Quem produz o espaço urbano? E processos e formas e espaciais.
No capitulo um sobre o que é o espaço urbano? O autor retrata em termos gerais, o conjunto de diferentes usos da terra justapostos entre si. Tais usos definem áreas como: o centro da cidade, local de concentração de atividades comerciais, de serviço e de gestão;áreas industriais e áreas residenciais, distintas em termos de forma e conteúdo social; áreas de lazer; e entre outras, aquelas de reserva para futura expansão. Este conjunto de usos da terra é a organização espacial da cidade ou simplesmente o espaço urbano fragmentado.
Estes são, por sua vez,o movimento da própria sociedade, da estrutura social, demandando funções urbanos que se materializam nas formas espaciais. A seguir no capitulo dois o autor retrata sobre quem produz o espaço urbano? Que são os agentes sociais e traz especificamente quem são e suas qualificações, dentre eles os proprietários industriais e as grandes empresas comercias são, em razão da dimensão de suas atividades, grandes consumidores de espaço. Eles precisam de terrenos amplos e baratos, com requisitos locacionais pertinentes as atividades de sua empresa junto a portos, vias férreas ou em locais de ampla acessibilidade à população.
Os proprietários de terras atuam em sentido de obterem a maior renda fundiária de suas propriedades, interessando-se em que tenham o uso mais remunerador possível especialmente uso mais remunerador possível especialmente uso comercial ou residencial de status. Estão interessados no valor de troca da terra e não no seu valor de uso promotor imobiliários entende-se um conjunto de agentes que realizam parcialmente ou totalmente as seguintes operações: incorporações; financiamento estudo técnica construção ou produção física do imóvel; e comercialização ou transformação do capital-mercadoria em capital - dinheiro agora acrescido de lucro. O estado atua na organização espacial da cidade. Atua de forma complexa e variável tanto no tempo como no espaço.
Os grupos sociais excluídos são aqueles que não possuem renda para pagar o aluguel de uma habitação digna e muito menos para comprar um imóvel. A estas pessoas restam como moradia: cortiços, sistemas de autoconstrução conjuntos habitacionais fornecidos pelo agente estatal e favelas. E o autor cita o bairro de Copacabana que desenvolveu através de um acordo feito pelos fundiários, bancos em empresas industriais e comerciais. E o estado fazia-se presente pelos interesses comuns do poder.
No quarto capítulo discorre que os processos e formas espaciais têm relação com a conexão ação humana – tempos – espaço – mudança. E suas respectivas formas são as seguintes; centralização e área central; descentralização e os núcleos secundários; coesão e as áreas sociais; dinâmica social da segregação; inércia e as áreas cristalizadas.
Analisando área central das cidades há relações. Ressalta ainda sobre o processo de centralização, ao estabelecer uma Área Central de modo segmentado, com dois setores: o núcleo central e a zona periférica do centro, caracterizada do século XX. Já o processo de descentralização segundo o autor é bem mais recente do que a centralização.
E está ligado e associando ao crescimento da cidade, tanto em termos demográficos como espaciais, ampliando as distâncias entre a Área Central e as novas áreas residenciais. Falando ainda sobre processos e formas espaciais, há a coesão e as áreas especializadas que é o movimento que leva as atividades á se localizarem juntas, é sinônimo de economia externas de aglomeração.
Mais há frente sobre a segregação e as áreas sociais. Esta por sua vez é definida como sendo uma concentração de tipos de população dentro de lado do território. A segregação residencial é uma expressão de espaço associado às classes sociais. O autor fala que é uma questão de onde e como morar. E ressalta como o Estado, ajuda através de financiamentos e construções. Em relação ao onde morar, os terrenos de maior preço e localidades serão destinados às residências mais inferiores.
O autor aborda sobre a segregação residencial, que é subjacente à ação estatal e está a classe dominante ou algumas de suas frações. A expressão desta segregação da classe dominante é a existência de bairros suntuosos e, mais recentemente, dos condomínios exclusivos e com sistema próprios de vigilância, dispondo de áreas de lazer e certos serviços, entre eles mesmo.
O significado de segregação dito por Corrêa e de forma resumida “significa não apenas um meio de privilégios para a classe dominante, mas um meio de controle e de reprodução social para o futuro”.
Tratando-se dos padrões sociais, existe três: o modelo de Kohl, Burgess e Hoyt. Eles formaram evidências empíricas sobre a distribuição espaciais das classes sociais e suas frações nas cidades.
No presente estudo feito sobre por Corrêa, vemos sua análise feita pelo espaço urbano. Pode ser abordado de diferentes segmentos, tendo dele suas partes separadas. Lembrando sempre que o espaço urbano está em constante transformação, e pode ser explicado, analisado e entendido de vários modos e aspectos gerais. Atualmente é bem mais complexo de ser compreendido. Ira depender de sua localidade e suas organizações.
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