quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

QUESTIONÁRIO – ASSUNTO: A INFLUÊNCIA DAS MÍDIAS ELETRONICAS NO ESTÁGIO. (RESULTADOS)


Letra A : 28%  Letra B : 72%


Comentário: De acordo com a figura 01, com 72% a escola pública é a principal escolha dos estagiários. E isso deve ocorrer devido à facilidade do ingresso que a rede pública proporciona, alem de o número de escolas públicas serem maior do que as instituições particulares.


Questão 01 – O estágio está sendo executado em escola?
A-   (  ) Particular            B – (  ) Pública


Letra A: 10% Letra B: 44% Letra C: 41% Letra D: 5%

Comentário: De acordo com a figura 02, com 44% o uso dos recursos tecnológicos só pode ser utilizado pelo estagiário com autorização da direção e isso pode ocorrer devido ao receio desse recurso estragar e eventualmente a escola não poder arcar com a manutenção.


Questão 02 - Você como estagiário pôde ter acesso aos recursos tecnológicos da escola para auxiliar sua regência?
A (  ) Só o professor tem acesso aos recursos.
B (  ) Sim, se a direção da escola autorizar.
C (  ) Sim, agendando com antecedência.
D (  ) Não são usados recursos tecnológicos na escola.


Letra A: 89% Letra B: 3% Letra C: 0% Letra D: 8%

Comentário: Na figura 03, com 89% os métodos técnicos devem sim ser utilizados, mas de forma que o conteúdo seja informativo, com o uso de uma linguagem mais popular e compreensível.


Questão 03 – Com o avanço da tecnologia a necessidade de usar métodos técnicos só aumenta em sala de aula. Como o estagiário deve se comportar e contribuir para o entendimento e o aprendizado do aluno?
A (  ) Com o conhecimento informativo, com uma linguagem mais popular e compreensiva.
B (  ) Sem precisar de conhecimento informativo, linguagem formal e complexa.
C (  ) Com o conhecimento informativo mas sem necessidade de nenhum tipo de linguagem.
D (  ) Todas as afirmativas estão corretas.


Letra A: 13% Letra B: 64% Letra C: 15% Letra D: 8%

Comentário: Na figura 04, com 64% percebe-se que a uma boa aceitação das mídias pelos docentes. E essa necessidade deve-se ao avanço continuo das tecnologias e a modernização do ensino.


Questão 04 – As mídias são aplicadas de diversas formas, para facilitar a aprendizagem dos alunos. Sendo assim como você considera a aceitação das mídias pelo docente? 
A (  ) Pouco aceita.
B (  ) Bem aceita.
C (  ) Professor ainda não sabe utilizar a ferramenta.
D (  ) A escola não dá assistência ao professor no uso das mídias.


Letra A: 26% Letra B: 38% Letra C: 13% Letra D: 23%

Comentário: Na figura 05, nota-se que os recursos tecnológicos influenciam de maneira positiva, mas também negativa sobre a vida dos alunos, tendo em vista que 38% marcaram a alternativa B.


Questão 05 – Em sua opinião os recursos tecnológicos influenciam na vida e na aprendizagem do aluno?
A (   ) Influenciam muito.
B (   ) Influenciam mas também atrapalham.
C (   ) Influenciam pouco.
D (   ) Influenciam, porem nem todos tem acesso.


Letra A: 0%  Letra B: 3%  Letra C: 72%  Letra D: 25%

Comentário: Na figura 06, pode-se perceber que 72% consideram que relevante que os profissionais saibam manusear e tenham acesso. E essa necessidade pode se dar devido as informações e os meios tecnológicos estarem em constante evolução. 


Questão 06 – É imprescindível que todas as pessoas saibam manusear e tenha acesso aos recursos tecnológicos, bem como os profissionais da área da educação, levando em consideração o estagiário?
A (   ) Não, pois não é importante.
B (   ) Não, pois o método tradicional é mais viável.
C (   ) Sim, pois as informações são inovadas a todo instante.
D (   ) Sim, é de grande importância.


Letra A: 26%  Letra B: 31%  Letra C: 38%  Letra D: 5%

Comentário: A figura 07 demonstra quais os meios são mais utilizados. O computador com 31% e o data-show com 38% ficam entre os mais usados em sala de aula. E isso deve ocorrer devido ajudarem na aprendizagem dos alunos.


Questão 07 – Que tipo de mídia eletrônica se faz mais uso em sala de aula?
A (   ) Celular.
B (   ) Computador.
C (   ) Data-show.
D (   ) N.D.A.


Letra A: 82% Letra B: 10%  Letra C: 5%  Letra D: 3%

Comentário: Na figura 08 é demonstrada a aceitação dos alunos no momento que é inserido um meio tecnológico, que por sinal com 82% é bem aceita. Esse fato deve-se a curiosidade por parte dos alunos na nova ferramenta de ensino.


Questão 08 – Os recursos tecnológicos no momento do estágio são bem aceitos pelos alunos em sala de aula?
A (   ) Sim, e o interesse da parte deles é grande.
B (   ) Não, os alunos não conseguem codificar a mensagem do regente.
C (   ) Os alunos não fazem questão.
D (   ) Sim, porem o interesse da parte deles é menor.


Letra A: 46% Letra B: 8% Letra C: 43%  Letra D: 3%

Comentário: Na figura 09 os estagiários ficam divididos entre fazer ou não o uso. Com 46% os estagiários dizem que é interessante fazer o uso. E por outro lado com 43% muitos deles não se arriscam a utilizar a ferramenta.


Questão 09 – Para o estagiário é interessante fazer uso das mídias eletrônicas uma vez que elas não são de fácil manuseio?
A (   ) Sim, muito.
B (   ) Não, por não ter muito conhecimento sobre elas.
C (   ) Sim, as vezes.
D (   ) Raramente é utilizada.



Letra A: 26% Letra B: 33%  Letra C: 18%  Letra D: 23%

Comentário: na figura 10 é exposta a causa que leva o estagiário não utilizar as mídias em sala de aula.  Com 33% os estagiários tiveram como motivo a falta de acesso nas escolas. E com 26% por ser de difícil manuseio, tornando-se assim complicado sua utilização.



Questão 10 – As mídias eletrônicas são tomadas como apavorante para muitos estagiários, podendo até ser comparada como a matemática por seu difícil aprender. Marque a resposta que melhor exprime sua interpretação da afirmativa.
A (   ) Por seu difícil manuseio, ela se torna muito complicada.
B (   ) Por ser de pouco acesso nas escolas os estagiários não tem muita pratica.
C (   ) Os estagiários não tem muito conhecimento das mídias, por não serem muito trabalhadas na faculdade de licenciatura.
D (   ) Elas são de difícil manuseio, pelo fato e que os estagiários não tem curiosidade de aprender a manuseá-las pois, assim como a matemática requer pratica.


(Os resultados aqui mostrados, foram obtidos por questionários aplicados aos períodos finais de Pedagogia e Geografia, ambos da Faculdade Promove de Janaúba, peloa lunos do 4º período em Geografia.)
















quarta-feira, 25 de novembro de 2015

domingo, 15 de novembro de 2015

PROJETO SUSTENTABILIDADE E RECICLAGEM NA ESCOLA



Natiele Quaresma Santos 
4° período Geografia



1-INTRODUÇÃO

  A palavra sustentabilidade é um tema bastante debatido no mundo, afinal, como não pensar que os recursos naturais disponíveis atualmente poderão um dia acabar, é analisando este contexto que este projeto vem abordar a importância de praticar ações sustentáveis para tentar inibir um problema que pode afetar o planeta e as próximas gerações. Estas ações consistem em ensinar crianças, que são as principais interessadas no assunto já que são a mais nova geração e irão presenciar problemas ambientais por mais tempo, a não descartar resíduos sólidos no lixo de qualquer forma, pois alguns destes materiais levam milhares de anos e até tempo indeterminado para se decompor acarretando sérios problemas ambientais.
 A produção de objetos é uma boa forma de aplicar a conceito de sustentabilidade, os alunos despertarão a criatividade, aprenderão métodos de reciclagem e consequentemente irá diminuir o montante de resíduos sólidos descartados de maneira errada.

2-OBJETIVOS
2.1- OBJETIVO GERAL
  Este respectivo projeto visa mostrar aos estudantes da Escola Municipal Alto Jatobá o conceito de sustentabilidade, qual a importância da sustentabilidade dentro da escola e comunidade e irão observar e aprender formas sustentáveis de praticar ações condizentes com a natureza e que podem ser feitas no dia-a-dia.[

2.2- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Apresentar o conceito de sustentabilidade em sala de aula, para que os alunos entendam a importância deste assunto na atualidade.
- Realizar oficinas de reciclagem mostrando a importância e como reutilizar.

3. JUSTIFICATIVA
  A degradação ambiental somado ao excessivo acúmulo de lixo torna a natureza um meio fragilizado atualmente, analisando o contexto de que algo tem que ser feito, o primeiro passo é conscientizar e ensinar as crianças de hoje a cuidarem de recursos naturais que podem faltar a eles. O tema sustentabilidade é muito importante e necessário que todos tenham ciência de seu conceito, junto a isso também a necessidade de apontar formas de tentar reverter a situação em que o mundo se encontra atualmente.

4. PÚBLICO ALVO
Estudantes do 6° e 7° anos da Escola X.
5. REFERENCIAL TEÓRICO

  A humanidade passou os últimos tempos consumindo de maneira frenética e incontrolada, o consumo está presente nas diversas esferas sociais, essa ação, de fato, move as pessoas e as engajam em determinados grupos, CORTEZ (2009) aponta em seu livro que “Na atividade de consumo desenvolve-se as identidades sociais e sentimos que pertencemos a um grupo e que fazemos parte de redes sociais”, a autora ainda cita que “Quando consumimos, de certa forma manifestamos a forma como vemos o mundo”.
 O simples consumo é coerente ao que se espera pela natureza, porém os pontos negativos se sobressaem, quando, o consumo se transforma em consumismo, a grande necessidade de adquirir e/ou comprar bens se torna uma ameaça à natureza finita.

A capacidade de oferta de recursos naturais, bem como a “disposição” em receber os resíduos vindos da atividade econômica tornou a ecologia “pequena” frente a uma economia cada vez mais expansiva, mais produtiva, mais poluidora e muito mais destruidora das bases e do patrimônio da natureza. (OLIVEIRA, 2014).

 A natureza se tornando cada vez mais fragilizada moveu a sociedade a ter ações sustentáveis uma vez que é necessário utilizar os recursos naturais disponíveis atualmente, analisando as necessidades das próximas gerações que irão também usufruir destes recursos. O desenvolvimento sustentável pode ser também definido como

Em essência, o desenvolvimento sustentável é um processo de transformação no qual a exploração dos recursos, a direção dos investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional se harmonizam e reforçam o potencial presente e futuro, a fim de atender às necessidades e aspirações humanas. ( BRUNTLAND,1980 apud CAMARGO, 2003 apud ESTENDER e PITTA, s/d).

  A busca para alavancar as ações sustentáveis está a todo vapor e uma importante iniciativa se deu através da educação sustentável, as escolas são um dos alvos principais para abordar tal assunto visto que as crianças e adolescentes são a mais próxima geração a utilizar estes recursos. A introdução do significado do que é o desenvolvimento sustentável e as práticas/ações que precisam ser desenvolvidas, serão levados ao conhecimento dos alunos através de várias ações como oficinas, projetos, reciclagem, etc.. Assim como diz SIQUEIRA, 2011 em seu artigo: “A escola é um espaço privilegiado para estabelecer conexões e informações, como uma das possibilidades para criar condições e alternativas que estimulem os alunos a terem concepções e posturas cidadãs, cientes de suas responsabilidades e, principalmente, perceberem-se como integrantes do meio ambiente”.

5. METODOLOGIA/ESTRATÉGIAS.
 A metodologia será:
- Utilização de ferramentas visuais expositivas para a apresentação do projeto.
- Utilização de materiais recicláveis como: garrafas PET, caixas de leite, CDs, palitos de picolés, embalagens de detergente, garrafas de bebidas, etc.
- Utilização de materiais de papelaria para confecção do produto final.
6. CRONOGRAMA.

Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Pesquisa do projeto
X



Elaboração do projeto

X
       X

Prática do projeto



X

7. RESULTADOS ESPERADOS.
 A partir do pressuposto de que o desenvolvimento sustentável tem de ser abordado nas escolas, espera-se deste projeto que os alunos tenham ciência das próprias responsabilidades em relação ao futuro, que eles adquiram ou melhorem as atitudes com relação ao meio ambiente e saibam destinar os resíduos sólidos corretamente. Espera-se também, que os alunos desenvolvam a criatividade diante de materiais que possam ser reciclados.

8. BIBLIOGRAFIA
CORTEZ, A. T. C. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. Scielo books. Editora Unesp. 29 p. <http://books.scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Data de acesso: 17/09/2015.
ESTENDER A. C. e PITTA T. T. M. O conceito do desenvolvimento sustentável. Instituto Siegen. 14 p. <http://www.institutosiegen.com.br/artigos/conceito_desenv_sustent.pdf> . Data de acesso: 17/09/2015
OLIVEIRA M. E. Consumo que virou consumismo. EcoD, mai. 2014. <http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/artigo-consumo-que-virou-consumismo/> . Data de acesso: 17/09/2015.
SIQUEIRA G. A. Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável nas Escolas. Web artigos, mar. 2011. <http://www.webartigos.com/artigos/educacao-ambiental-e-desenvolvimento-sustentavel-nas-escolas/61408/>. Data de acesso: 17/09/2015.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Alunos do 4º período de Geografia da Faculdade Promove realizam mostra cultural da Região Centro-Sul.

Acadêmicos do 4º período do curso de Geografia da Faculdade Promove de Janaúba -MG, realizam mostra de cultura de algumas cidades da Região Centro-Sul. O trabalho teve como organizador principal o professor Ilidiano Braz da qual ministra a matéria de Geografia da Região Centro-Sul. 

Alunos do 4ª período de Geografia em mostra cultural da Região Centro-Sul.  Fonte: CASSIA; A.

Para abrilhantar a noite, a mostra teve a participação de vários alunos da própria faculdade que deixaram alguns minutos suas respectivas salas de aula para presenciarem o evento, em especial o 6ª período de Geografia.

Alunos de Pedagogia e Geografia presenciando o evento. Fonte: CASSIA; A.


Andréia Cassia (Acadêmica de Geografia)

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Acadêmicos de Geografia aprendem sobre diversidade cultural regional

Alunos do 4ª período da Faculdade Promove de Janaúba em mostra cultural. Por: Angélica Cardoso
No dia 20 de outubro, acadêmicos do 4° período do curso de Geografia da Faculdade Promove de Janaúba, sob a supervisão do professor, Andrey Lopes de Souza realizaram mostra no mercado de Porteirinha. 
Segundo o docente, a proposta surgiu a partir da disciplina “Geografia Cultural”, em que os acadêmicos discutiram o conceito de cultura, tradição, identidade e pertencimento.
“Foram discutidos também em sala de aula o cotidiano dos povos tradicionais que vivem no Norte de Minas, como os geraizeiros, os quilombolas, os caatingueiros, os vazanteiros e os Xacriabás, o que levou ao maior entendimento quanto à diversidade cultural da região, que possui forte vínculo e relação com o espaço ocupado por esses sujeitos sociais”, conta.

De acordo com ele, a cidade de Porteirinha e o mercado municipal foram escolhidos devido à representação que eles possuem na região na propagação da cultura da "roça" como: artesanato, comidas típicas, músicas, gestos, falas, contos e causos. Foi apresentado ainda, um documentário que, a partir da intertextualidade, falou um pouco da história desses locais. Para a acadêmica Angélica Souza, a escolha de sua cidade natal foi gratificante, pois, valoriza seus hábitos e costumes. Já Taís Mayara, de Janaúba diz que: “o trabalho foi muito importante para conhecermos mais sobre os costumes do lugar”. Geovani Mendes afirmou que, a partir do trabalho, foi possível compreender melhor a cultura, que está enraizada no cotidiano da população.

Juscélia Maria (Acadêmica de Geografia)

PROJETO - SUSTENTABILIDADE: Escola verde

Angélica Cardoso de Souza
Giovane Ferreira Mendes


1. APRESENTAÇÃO

Para muitos alunos a ideia de meio ambiente está baseada somente na natureza em si, em seu estado físico, seja como montanhas, florestas etc., mas meio ambiente se compreende desde a nossa casa ao global.
Não se pode falar de meio ambiente sem citar o que é sustentabilidade, afinal são dois termos pouco usados em sala de aula, mas ao mesmo tempo são comentados no mundo tudo, então para esses alunos essa ideia do meio, do sustentável ainda está muito escassa em seus conhecimentos pelo fato de não serem abordados com mais frequência.
Este projeto tem como propósito inserir na escola, o conceito de educação ambiental a partir da aproximação dos alunos dos ideais de desenvolvimento sustentável, participando de atividades práticas e teóricas, focadas na preservação ou uso responsável dos recursos naturais.
A plantação de árvores na escola possibilitará um ambiente muito mais agradável aos alunos, pois áreas verdes por si próprias são mais agradáveis, além de proporcionar a todo ambiente escolar uma paisagem bonita e atrativa.

2. JUSTIFICATIVA

A principal escassez de conhecimento sobre meio ambiente e sustentabilidade nas escolas estão devidamente ligadas a frequência do assunto colocado em sala de aula, ou o mesmo sendo abordado de forma erronia pelos docentes.
A plantação de arvores no ambiente escolar, irá deixa-lo muito mais agradável seja para os professores que trabalham na mesma, ou para os alunos que estudam na instituição.
Por outro lado, a cobertura vegetal no ambiente escolar possibilita uma melhor interação da sociedade escolar com o meio ambiente, podendo aumentar a capacidade de aprendizagem pois, o lugar reflete na construção do ser humano.
A educação ambiental voltada para a ecologia tem grande relevância, pois a adoção desta prática na escola proporciona aos educandos a busca de alternativas sustentáveis, despertando a conservação e restauração do ambiente.

3. REFERÊNCIAL TEÓRICO

A sociedade cada vez mais começa a se evoluir e se tonificar, seja em seus aspectos físicos ou sociais e a consequência mais visível dessa mudança são os problemas que agravam o meio ambiente da qual não faz parte da realidade de consumo humana (RAMOS & RAMOS, 2008).
Ainda afirma Ramos & Ramos (2008, p.1-2) “O tema sustentabilidade tem sido exaustivamente utilizado como adjetivo para o desenvolvimento e este sempre surge como sinônimo de crescimento econômico, o aumento de consumo e aumento de produção. Neste contexto o conceito de desenvolvimento se traduz como um grave equívoco se a ele estiverem associados os processos e arranjos capitalistas que determinam a realidade mundial deste início de século. ”, ou seja, a ideia de sustentabilidade sempre está associada ao duplo sentido, pois, sempre virá vinculada ao lucro, seja de empresas ao de órgãos públicos.
De acordo com os estudos de Jacob (2003, p.2):

Tomando-se como referência o fato de a maior parte da população brasileira viver em cidades, observa-se uma crescente degradação das condições de vida, refletindo uma crise ambiental. Isto nos remete a uma necessária reflexão sobre os desafios para mudar as formas de pensar e agir em torno da questão ambiental numa perspectiva contemporânea.

A vinculação da sustentabilidade nas escolas podem ser uma excelente iniciativa, pois levará aos educandos meios para que os mesmos consigam ver o meio da qual estão inseridos de outra forma.
Como salienta o Programa Cidade Sustentável (S/D. p.65):

A formação de cidadãos esclarecidos sobre o desenvolvimento sustentável ocorrerá na medida em que a escola possa informar os alunos sobre problemas sociais e ambientais, dentro de uma visão sistêmica; e uma educação de qualidade para todos.

Portanto, é imprescindível que a reflexão seja implantada em sala de aula, pois ela possibilitará um conhecimento sustentável é mais importante um conhecimento incorporado ao socioambiental de onde habitam.
4. PÚBLICO- ALVO

O presente projeto será voltado para alunos do 6º ao 9º ano da Escola Y.

5. OBJETIVOS

5.1 Objetivo geral

Mostrar aos alunos do ensino fundamental II da Escola Y, o que é meio ambiente e sustentabilidadee sensibilizar sobre a importância de adquirir conhecimentos sobre Educação Ambiental, tornando-se multiplicadores dos conceitos ecológicos.

5.2 Objetivos Específicos

  • ·         Formar multiplicadores dos conceitos ecológicos.
  • ·         Melhorar a qualidade do ar no ambiente escolar.
  • ·         Analisar o meio ambiente escolar da qual se encontram.
  • ·   Chamar a atenção de toda a comunidade para importância que é ter coberturas vegetais próximas dos lugares onde estamos.
  • ·         Plantações de árvores na Escola Y.



6. METODOLOGIA

·         Serão realizadas palestras ilustradas, elaboradas de acordo com a faixa etária dos alunos procurando facilitar sua compreensão.
·         Atividades práticas como plantações de árvores em lugares estratégicos.
·         Elaboração de cartazes com temas educativos voltados para as questões ambientais, que reforçam as atividades teóricas e práticas desenvolvidas na escola.
·         Ministramento em sala de aula pela dupla participante do projeto.
·         Utilizar mudas de árvores que adequem ao ambiente da qual serão plantadas.




6. CRONOGRAMA

Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Construção do Projeto
               x



Execução

             x
              x
         x

7. RESULTADOS ESPERADOS

Espera-se que após toda a teoria associada a prática, sendo estas relacionadas a sustentabilidade, com fins nutricionais, os alunos do Ensino Fundamental II juntamente com a Escola Y consigam captar a ideia de que é possível conviver em ambientes mesmo que urbanos com áreas verdes sem muito degradar o meio ambiente e suas espécies superficiais.
Também pode-se aguardar que os próprios alunos multipliquem os conhecimentos adquiridos no decorrer da execução do projeto, para que essa ideia não fique somente internamente na escola, mas sim, extrapolar os seus limites atingindo de tal maneira a sociedade como um todo.

8. REFERÊNCIAS

JACOBI, P. Educação Ambiental, Cidadania e Sustentabilidade. (2003). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/cp/n118/16834.pdf. p.2. Acesso em: 27 de setembro de 2015.

RAMOS & RAMOS. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A CONSTRUÇÃO DA SUSTENTABILIDADE: Pequenas escolas na construção da eco responsabilidade local. (2008). Disponível em: http://www.fsma.edu.br/visoes/ed04/4ed_Educacao_Margarete_Ronaldo.pdf. p. 1-2. Acesso em: 27 de setembro de 2015.

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS. Educação Para A Sustentabilidade E Qualidade de Vida. (S/D). Disponível em: http://www.cidadessustentaveis.org.br/sites/default/files/gps/arquivos/07_educacao_para_a_sustentabilidade_e_qualidade_de_vida_0.pdf. p.65. Acesso em: 27 de setembro de 2015.